"Só leo este blogue para saber o que non teño que ver", Martin Pawley (días estranhos)

Archives for Setembro, 2011


Don’t Be Afraid of the Dark (No tengas miedo a la oscuridad, 2010) é a nova produción de Guillermo del Toro. Dirixido por Troy Nixey e protagonizado por Katie Holmes, Guy Pearce e a pequena Bailee Madison, é o clásico filme de terror no que unha familia se muda a unha casa na que hai seres sobrenaturais. Un argumento máis que manido, pero que baixo a produción de Del Toro danos certa esperanza.

Estreado nos EUA fai máis dun mes inda non ten data de chegada aos nosos cines.

Vía: Uruloki.org


Xa temos aquí o primeiro tráiler completo de The Human Centipede 2 (Full Sequence) (Tom Six, 2011) e… mellor que xulguedes por vós mesmos (NMNT):

100% medicamente inexacto.

Vía: Uruloki.org


O mestre do terror e do fantástico máis alucinado, John Coscarelli, volve sorprendernos cun filme totalmente delirante. John Dies at the End (2012) é unha adaptación da novela homónima de David Wong e que conta como unha nova drogra, a “salsa de soia”, fai que a xente viaxe a través do tempo e as dimensións. Pero cando a xente volve en si xa non son os mesmos. Comeza así unha invasión invisíbel e os únicos que a poden deter son John e David, dous universitarios que non poden nin manter os seus traballos. O panorama non semella moi esperanzador.

Dádelle un ollo ao tráiler:
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Cun elenco cheo de caras coñecidas (Paul Giamatti, Clancy Brown, Doug Jones, Glynn Turman ou Angus Scrimm) a cousa pinta bizarramente ben.

2012 é a fin.

Vía: Uruloki.org

Xa podedes ver os créditos iniciais de American Horror Story

A nova serie da canle FX, American Horror Story é, sen dúbida, unha das máis terroríficas apostas que xamais se fixeran para televisión. A serie sigue a historia da familia Harmon – o marido Ben (Dylan McDermott), a súa muller Vivian (Connie Britton) e a súa filla Violet (Taissa Farmiga) - cando se mudan a unha antiga casa de Los Angeles que ten unha historia oscura. Por exemplo, no sótano da casa descansan os restos dunha criatura demoníaca. E logo está o home no traxe fetichista de goma …

Algo máis acojonante que todo esto? Os créditos iniciais que podedes ver aquí. O clip, creado por Kyle Cooper e a súa compañía Prologue, responsables das secuencias iniciais de Seven e The Walking Dead. Nel non podemos ver nin aos actores nin nada máis que o sótano, pero podemos coñecer a historia previa que rodeou ese lugar. Segundo os creadores, todo o que vemos nos créditos iniciais quedará resolto a medida que os capítulos vaian avanzando.

Vía: EntertainmentWeekly.com

Stephen King traballa na secuela de The Shining

O escritor de Maine ven de confirmar a súa intención de sacar unha secuela do libro The Shining cuxo título será Dr. Sleep. A trama da historia é a seguinte: Danny Torrence, o pequeno rapaz de The Shining, está sendo criado nun hospicio onde “usa os seus poderes para axudar a pacientes enfermos a morrer sen dor. Desafortunadamente, atópase no seu camiño cunha banda de vampiros errantes que se alimentan da enerxía da xente”.

Esta foi a cara que lle quedou a Danny ao ler a trama de Dr. Sleep.

Polo que podemos ver, as conexións con The Shining son mínimas, por non dicir nulas. Semella que Stephen King únese á tendencia de sacar secuelas innecesarias, algo moi de moda no mundo do cine actualmente.

Vía: fearnet.com

Anos de experiência como leitor e como seguidor de séries levam a que me adira quase sem dúvidas à afirmaçom – um pouco snob- de que o livro é sempre melhor que a série (ou filme). Que entre as páginas dumha obra literária o autor tem mais espaço e ferramentas -sem limitaçons de custos e quase de tempo- para desenvolver os pequenos detalhes que dam vida a umha história com personagens dignos de amar ou odiar. Assim, em igualdade de qualidade na história, os livros aduitam ganhar a carreira às adaptaçons cinrmatográficas no coraçom deste crítico. Há quem argumenta que a literatura e a cinematografia -seja em formato grande for em formato pequeno- trabalham com linguagens diferentes e que cada versom da história deve ser criticada por separado, também concordo com esta afirmaçom e nom a vexo contraditória com a postura descrita antes.

Com todo, as vezes cumpre matizar essas ideias, e Dexter é um destes casos. E a causa nom é outra de que, partindo da mesma idéia inicial -o livro Darkly Dreaming Dexter- as novelas perderam-se há tempo por caminhos místicos, sobrenaturais e de escassa qualidade literária mentres que a série de televisom reforçou os aspectos mais interessantes da história original engadindo detalhes de série procedimental, profundidade nas personagens secundárias e as tramas ligadas com estas. As maos ganhadoras de Emmy de James Manos Jr (chiscadela, chiscadela) como roteirista fizeram um bom trabalho, mantendo o nível da série alto quando já está apiques de estrear a sua sexta temporada. Nom é de estranhar nalguém implicado noutros feitos cardinais da história da televissom como The Sopranos (Los Sopranos, David Chase, 1999-2007) The Shield (The Shield: Al margen de la Ley, Shawn Ryan, 2002-2008) e Apollo 11 (idem, Norberto Barba,1996). A qualidade como actor de Michael C. Hall ficou acreditada com Six Feet Under (A dos metros bajo tierra, Alan Ball, 2001-2005) mas segundo avançam as temporadas de Dexter fai-se mais evidente a sua maduraçom como actor.

Porém muita gente nom gostou da quinta temporada da série, onde a personagem de Dexter lida com enorme perda pessoal -se isso existe para um psicopata, alias um psicopata seguro da sua bondade- vista cara finais da quarta temporada. À vez que procura compaginar o seu trabalho (o policial que incluí microscópios e sequenciaçom de ADN, e o nocturno que leva conjunto umha grande quantidade de plástico, fita-cola industrial e umha variedade quase infinita de objectos afiados, cortantes e perforantes assim como sonífero veterinário) com o seu novo rol de pai. Se calhar é por isso que Sara Colleton, produtora executiva da série, filtrou que a sexta temporada sucederá um ano após os acontecimentos da quinta, e que para entom a perda de Rita e a marcha da companheira escura de Dexter estará, se nom soterrada entom superada com o passo do tempo. A intençom do equipo criativo é, segundo o que se filtrou até o de agora, recuperar a linha dos anteriores ciclos argumentais da série, o qual pode ser mui bem-vindo polo pessoal seareiro da produçom. Porém outros comentários feitos por roteiristas, e algo que se pode intuir no trailer desta tempada se se lerom os livros, pode levar a pensar que a série vai cair polos cantis mais estranhos e criticados da obra original.

Aguardamos entom com ganhas a chegada desta série, que impactou a audiência desde o primeiro momento com um dos opening mais celebrados da história da televisom. A estreia está programada para o 2 de Outubro.

Fer

Teaser da Segunda Tempada de Xogo de Tronos

Este segundo teaser (que aínda non revela nada) serve para lembranos que na primaveira de 2012 volta Xogo de Tronos ca súa segunda tempada, con novas personaxes e coa loita dos catro reises polo trono de ferro. Pola frase que escoitamos neste teaser “The Night Is Dark And Full Of Terrors”  (A noite é escura e está chea de terrores), adeviñamos que o vindeiro ano coñeceremos máis a fondo o que acontece máis aló do muro, namentres só nos queda agardar con paciencia.

Xogo de Tronos Teaser Segunda tempada…

(Para ler este artigo é recomendável ter visto as temporadas anteriores)

Se a última temporada de Criminal Minds (Mentes criminales, Jeff Davis, 2005-?) se caracterizou por algo foi polas contínuas mudanças no reparto habitual da série, assim como a experimentaçom com os roles das personagens. Nom só assistimos à marcha dumha das mais queridas agentes da BAU por motivos “laborais” dentro da série, também à dessapariçom supostamente definitiva doutra das integrantes do grupo de espertos no comportamento do FBI. Polo caminho a informática e gestora de dados Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) perpetrou um intento -com nulo sucesso- de ocupar o posto de ligaçom com os média. Sem contar que, para completar o grupo de investigadores os roteiristas tiraram dos arquivos da própria série para atrair um novo personagem Ashley Seaver (Rachel Nichols) que parecia interessante e com potencial mas que foi retirado do quadro de pessoal habitual cara finais da sexta tempada, regressando de novo o papel interpretado por A.J. Cook. Todo isto completou-se com multitude de especulaçons que falavam sobre a marcha de Thomas Gibson e da sua personagem do afamado escritor e criminalista Aaron “Hotch” Hotchner.   As mudanças de personagens principais sucedem tam rápido como os trocos da produtora da série, que tem passado por cinco maos nos seus seis anos de vida (The Mark Gordon Company, ABC Studios, Paramount Telivision e CBS Television Studios) seguindo os movimentos tectónicos dos mayors de televisom nos EUA.

A temporada passada também jogou com a estrutura da série, algo que sempre se agradece -se se fai bem, claro- em shows procedimentais que as vezes podem ficar encalhados na rotina de “mau da semana” (e nom estou mirando a ninguém cof, cof, CSI:Miami, cof, cof). Porém as linhas argumentais do ano passado foram um pouco confusas, situando-se o maior giro da história -tanto em importância como em distância com a tónica habitual da série- nos primeiros capítulos da segunda metade da mesma e que foram adequadamente intitulados como “Coda” polo primeiro deles. Este ponto e aparte na narrativa fixo que muitos viramos os seis episódios restantes como dotados de menos força e importância no universo da série. O grande golpe, para alguns mais apropriado como cliffhanger de final de tempada, ocultou muitos dos movimentos da história na segunda metade -que existirom, incluída a partida doutro personagem, ou a preocupaçom pola saúde psiquiatrica do Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler)- e fixo pouco espetacular por comparaçom o derradeiro capítulo da tempada.

A nova Wonder Woman (Adrianne Palicki) aralha-se como nova incorporaçom nesta temporada

Já está disponhível para o público americano e aqueles com suficientes benevolências no partilhe de igual a igual o primeiro capítulo da sétima temporada. Nele os roteiristas continuam com o projecto de dotarem a série de maior continuidade e estrutura de personagens fora dos casos particulares, e fam isto com umha nova reviravolta às histórias da anterior tempada, começando desde o primeiro minuto com umha sessom especial do Senado que investiga o proceder do BAU… um prato forte para umha tempada que aguardemos vexa estabelecer-se o sementado na anterior, mas sem tanto movimento de personagens.

Fer

(A sétima temporada de Criminal Minds começou a se emitir o 21 de setembro na canle estadounidense CBS e rematará na primavera do 2012)

Dark Shadows. Tim Burton atrévese cos vampiros.

Bueno, e non só iso porque Dark Shadows xa foi nos anos sesenta unha serie da ABC que mesturaba vampiros, meigas, pantasmas e todo tipo de criaturas.

O reparto da serie da ABC

O reparto foi presentado esta semana. Conta, por suposto, cos habituais de Burton: Jhonny Depp será Barnabás Collins, un vampiro de 200 anos; e Helena Bonham Carter,  a Doutora Julia Hoffman, unha psiquiatra que se asenta na casa da inquedante familia Collins.

Ademais, Michelle Pfeiffer tamén participa neste, elenco completado por Eva Green, Jackie Earle Haley, Jonny Lee Miller, Bella Heathcote, Chloe Moretz e Gulliver McGrath.

Imaxe do novo reparto publicada no Entertainment Weekly

Outra adaptación a cargo de Burton nun xénero que sen dúbida domina. Pero haberá que esperar ata o 11 de Maio.

Arte conceptual de Riddick. Épica imaxe cunha chea de aliens

Vin Diesel é un friki coma nós, vale, un pouco máis musculado, pero implícase como poucos nos proxectos nos que participa. A saga de Riddick é un das súas ideas máis persoais (non persoal no sentido do cinema de autor) e por iso temos ganas de ver o que pode facer nesta terceira e derradeira parte.

Seguiremos informando.

Vía: Uruloki.org

Novas relacionadas: Arte conceptual para o novo filme de Riddick.

Quedan pouco máis de dúas semanas para a estrea da segunda tempada de The Walking Dead (ídem, Frank Darabont, 2010 – ?) e xa estamos vendo que, como mínimo, o primeiro o imos ver.

A primeira tempada tivo un moi bo comezo, inda que despois foise desinflando e se a iso lle sumamos todos os problemas de produción e cos guionistas que tiveron este verán… pois só nos queda confiar nos zombis e en que intenten ser o máis fieis posíbel á banda deseñada orixinal.

Aquí unha promo para ir abrindo boca:
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Vía: Uruloki.org

Novas relacionadas: Póster da segunda tempada de The Walking Dead. Xa queda menos…


Póster español de The Thing (La Cosa)

Eu, ó igual que Mr. Uruloki, non lle din moita bola a esta especie de precuela de The Thing (La Cosa, 1982), do mestre John Carpenter. Non lle vía moitas trazas de ser interesante e xa estou un pouco máis que farto de remakes innecesarios.

Pero a miña opinión cambiou ó ver este red band tráiler. A atmósfera, os efectos, o deseño dos monstros… Xulgade por vós mesmos:

Como vos quedáchedes?

The Thing (La cosa, 2011) está dirixida por Matthijs van Heijningen Jr. e interpretada por Joel Edgerton, Mary Elizabeth Winstead, Eric Christian Olsen, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Ulrich Thomsen. Poderemos vela por aquí a partir do 21 de outubro de 2011.

Vía: Uruloki.org

Acto de primavera. Defensa dos festivais de cinema

Reproducimos aquí un escrito que subscribimos por completo e no que desde o blogue Acto de primavera fan unha defensa dos festivais de cinema.

Defensa dos festivais de cinema

Os festivais de cinema son eventos fundamentais para o desenvolvemento e coñecemento das prácticas cinematográficas. Representan un punto de encontro entre películas, cineastas, público e crítica e convértense en plataformas para sacar á luz os debates máis actuais, as propostas máis arriscadas e iconoclastas, os creadores máis insubornábeis. Os festivais son útiles en canto funcionan coma pezas esenciais nun circuíto de distribución e exhibición alternativo ás esixencias comerciais máis totalizadoras.

Todos somos conscientes do difícil contexto que estamos a vivir. A crise económica parece minar o resto dos valores da nosa sociedade e os recortes están a condicionar unha morea de proxectos en favor dun suposto equilibrio orzamentario. A falta de recursos está a afectar directamente ao sector cultural, ámbito no que se aplican sistemáticas políticas de derrubo que cortan dunha maneira drástica proxectos cuxa xestación requiriu moitos anos.

Nos últimos tempos vemos como a actividade cinematográfica está máis sacudida que nunca pola incerteza, e probablemente os que máis o sofren sexan os festivais de cinema. Foron moitas as alarmas que saltaron en todo tipo de festivais, dos máis veteranos aos máis novos, até que finalmente os malos agoiros se fixeron realidade coa ameaza de suspensión do Punto de Vista de Pamplona, un dos de maior prestixio no campo do cinema de non-ficción a escala mundial.

Con esta carta de defensa dos certames cinematográficos queremos lembrar o seu carácter de baluartes culturais imprescindíbeis, e por iso pedimos aos responsábeis dos distintos gobernos que non executen políticas agresivas nin tomen decisións irreversíbeis e que procuren atopar, en colaboración cos equipos dos distintos festivais, fórmulas axustadas a estes tempos de carencia que exclúan a súa total desaparición.

Galicia, 22 de setembro de 2011

Xurxo González, Martin Pawley e José Manuel Sande

Modern Family. Comeza a terceira tempada.

Tralo grande éxito de Modern Family nos Emmy Awards, esta serie familiar estrea a súa terceira tempada con, seguramente, elevadas expectativas na ABC.

O reparto da serie nos premios Emmy.

Unha comedia que arrincou hai dous anos e que non tardou en confirmar unha segunda tempada polo seu éxito. A clave é o elenco, actores moi bos e non especialmente coñecidos, agás, claro, Ed O´Neill que quen máis e quen menos lembra de Married with children. Claramente o formato escollido de falso documental axuda moito na renovación da comedia familiar, igual que o lixeiro cambio nos temas tratados.

Combina un guión espectacularmente escrito cun ritmo axeitado para que, a miúdo, as diferentes tramas conflúan nunha mesma situación final ou, no peor dos casos, nunha conclusión común, narrada por un personaxe.

Pero non se ía librar tan fácilmente dos problemas. O ano pasado os responsables desta serie foron demandados por Martin Alexander por suposto plaxio do seu proxecto Looney Ben. Segundo el, estivera intentando levalo a cabo e inclusive falaba de Sophia Vergara para un dos personaxes, moi semellante ó de Gloria Pritchett. Polo visto non se sabe nada máis de como rematou o asunto.

Imaxe promocional da segunda tempada.

A principal novidade para a terceira tempada son os cambios que sufrirá o seu reparto, e é que, para dar máis xogo, a pequena Lily será interpretada por Aubrey Anderson-Emmons (4 anos). A intención é darlle máis protagonismo ó seu personaxe; veremos como se defende e que situacións provoca esta meniña que ata agora permanecía impasible en cada secuencia. Ademais, reaparecerá momentaneamente Javier Delgado, interpretado por Benjamin Bratt e David Cross (Tobias Funke en Arrested Development) incorpórase como un concelleiro que lle fará a vida imposible a Claire Dunphy.

Eric Stonestreet e Aubrey Anderson-Emmons

Lembremos ademais que ó final da segunda tempada, Alex graduouse co cal comeza o instituto (corromperase a máis intelixente e responsable desta familia?); Haley insinuou que considera non ir á universidade (fará alguén que cambie de idea?) e Mitchell e Cameron decidiron adoptar de novo, neste caso un neno.

A terceira tempada comeza hoxe e moi… americana. A familia ó completo visita un rancho de Wyoming nunha emisión especial dunha hora.

The Tree of Life, a película que está levando o nome de Terrence Malick ás máis altas cotas, non deixa de estar rodeada de polémica. Despois de que, hai unhas semanas, Sean Penn descargara a súa ira contra o director por recortar as secuencias nas que aparecía; esta semana, un cine de Cornellà (Barcelona) comezou a repartir este papel entre os asistentes ao pase do filme:

O cine, en previsión de que a maioría dos asistentes ao público non ían concordar coa crítica dos expertos en cine, tomou a iniciativa de cambiar as entradas dos espectadores descontentos por pases para outras películas. De este xeito, os asistentes á sesión que realmente queiran gozar da película poderano facer sen ter que aturar aos espectadores descontentos. Esta medida, que en principio pode parecer pouco amigable por parte do cine, non é algo novidoso. En Estados Unidos, moitos cines advertiron do carácter “peculiar” da película mediante carteis nos exteriores do edificio.

É acertada esta decisión por parte do propietario do cine? Deberíase extender esta medida a todas as películas? En CinemaFriki queremos saber a túa opinión.

 

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