"Só leo este blogue para saber o que non teño que ver", Martin Pawley (días estranhos)

(Para ler este artigo é recomendável ter visto as temporadas anteriores)

Se a última temporada de Criminal Minds (Mentes criminales, Jeff Davis, 2005-?) se caracterizou por algo foi polas contínuas mudanças no reparto habitual da série, assim como a experimentaçom com os roles das personagens. Nom só assistimos à marcha dumha das mais queridas agentes da BAU por motivos “laborais” dentro da série, também à dessapariçom supostamente definitiva doutra das integrantes do grupo de espertos no comportamento do FBI. Polo caminho a informática e gestora de dados Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) perpetrou um intento -com nulo sucesso- de ocupar o posto de ligaçom com os média. Sem contar que, para completar o grupo de investigadores os roteiristas tiraram dos arquivos da própria série para atrair um novo personagem Ashley Seaver (Rachel Nichols) que parecia interessante e com potencial mas que foi retirado do quadro de pessoal habitual cara finais da sexta tempada, regressando de novo o papel interpretado por A.J. Cook. Todo isto completou-se com multitude de especulaçons que falavam sobre a marcha de Thomas Gibson e da sua personagem do afamado escritor e criminalista Aaron “Hotch” Hotchner.   As mudanças de personagens principais sucedem tam rápido como os trocos da produtora da série, que tem passado por cinco maos nos seus seis anos de vida (The Mark Gordon Company, ABC Studios, Paramount Telivision e CBS Television Studios) seguindo os movimentos tectónicos dos mayors de televisom nos EUA.

A temporada passada também jogou com a estrutura da série, algo que sempre se agradece -se se fai bem, claro- em shows procedimentais que as vezes podem ficar encalhados na rotina de “mau da semana” (e nom estou mirando a ninguém cof, cof, CSI:Miami, cof, cof). Porém as linhas argumentais do ano passado foram um pouco confusas, situando-se o maior giro da história -tanto em importância como em distância com a tónica habitual da série- nos primeiros capítulos da segunda metade da mesma e que foram adequadamente intitulados como “Coda” polo primeiro deles. Este ponto e aparte na narrativa fixo que muitos viramos os seis episódios restantes como dotados de menos força e importância no universo da série. O grande golpe, para alguns mais apropriado como cliffhanger de final de tempada, ocultou muitos dos movimentos da história na segunda metade -que existirom, incluída a partida doutro personagem, ou a preocupaçom pola saúde psiquiatrica do Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler)- e fixo pouco espetacular por comparaçom o derradeiro capítulo da tempada.

A nova Wonder Woman (Adrianne Palicki) aralha-se como nova incorporaçom nesta temporada

Já está disponhível para o público americano e aqueles com suficientes benevolências no partilhe de igual a igual o primeiro capítulo da sétima temporada. Nele os roteiristas continuam com o projecto de dotarem a série de maior continuidade e estrutura de personagens fora dos casos particulares, e fam isto com umha nova reviravolta às histórias da anterior tempada, começando desde o primeiro minuto com umha sessom especial do Senado que investiga o proceder do BAU… um prato forte para umha tempada que aguardemos vexa estabelecer-se o sementado na anterior, mas sem tanto movimento de personagens.

Fer

(A sétima temporada de Criminal Minds começou a se emitir o 21 de setembro na canle estadounidense CBS e rematará na primavera do 2012)

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