"Só leo este blogue para saber o que non teño que ver", Martin Pawley (días estranhos)

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Community volverá á NBC!

Despois do anuncio da caída de Community da grella da NBC, onte Robert Greenblatt (produtor da NBC) declarou que “non hai ningunha intención de que Community desapareza”. A principal razón do movemento na grella da serie foi para facer oco a 30 Rock, a comedia protagonizada por Tina Fey e Alec Baldwin. Robert Greenblatt evitou responder sobre se haberá unha cuarta tempada. “É difícil falar deso agora mesmo”, dixo o produtor.

Os fans de Community quedamos pois expectantes ás noticias que poidan saír nos vindeiros días, agardemos que sexa confirmando a cuarta tempada e o retorno ás noites do xoves dos estudantes de Greendale. En palabras de Abed: “Cool, cool, cool!”.

Vía: Newsroom.mtv.com

Despois do desencontro que protagonizaron a Showtime e o actor Michael C. Hall hai un mes, hoxe xa sabemos cal é o resultado da disputa: haberá dúas tempadas máis de Dexter (o que farán un total de oito tempadas). O presidente da cadea David Nevins asegurou que xa se trazou a traxectoria que seguirá Dexter os próximos tres anos (incluindo esta tempada), polo que os próximos episodios irán guiando a serie cara a fin.

Sobre o proceso de negociación, o presidente da canle insistíu en que o actor foi “un cabaleiro durante todo o proceso”. Recordemos que a renovación de Michael C. Hall demorouse debido a que o actor solicitaba vintecatro millóns de dólares fronte aos vinte que lle ofrecía a canle. Ante a pregunta de se a oitava tempada sería a final, David Nevins sinalou que “non aseguro con certeza que vaia a ser a fin, pero si que será o escenario ideal; a serie está avanzando e é inevitable que remate nalgún punto”. Finalmente, remarcou a importancia de que a serie Dexter non descendera en calidade nin en éxitos de audiencias durante esta seis tempadas.

Agora é o voso turno: pensades que este é o final ou, polo contrario, pensades que só é unha estratexia para conseguir publicidade? No caso de que sexades dos da primeira opción: como pensades que pode rematar? Cales son as vosas teorías?

Vía: deadline.com

A canle NBC anunciou este xoves que Community, a sitcom de Dan Harmon, non se continuará a emitir. A decisión semella estar provocada polas baixas cotas de audiencia acadadas pola serie. A canle estadounidense decidiu suspender a serie deixando así o oco libre para a volta de 30 Rock. A serie pode voltar en verán, tal e como comentou a actriz Alison Brie no seu twitter.

A serie veu reducidos de forma considerable o número de episodios. Esta tempada só terá 11 capítulos e finalizará o 8 de decembro. Só queda agardar ata verán de 2012 para saber se Community voltará a ofrecernos momentos coma este:

Vía: newsroom.mtv.com


Críticos, cinéfilos, teóricos dos médios e da cultura levam décadas escrevendo sobre as profundas diferenças entre as narrativas ocidentais e orientais. A mediçom dos tempos, os códigos de expressividade e o simbolismo fam que muitas vezes o observador europeu nom perceba completamente a mensagem dumha obra japonesa, e reversa. Assim é necessária umha predisposiçom especial, um conhecimento da cultura japonesa e os seus símbolos, para entender por exemplo as longas pausas e o esquema binário em The Story of the Last Chrysanthemums (Zangiku monogatari, Kenji MIzoguchi 1939). Mas nem toda a interpretaçom simbólica nem a dialéctica das divergências narrativas entre culturas pode explicar os massivos, gigantes, gargantuescos e absolutamente impossíveis desde o ponto de vista anatómico peitos que portam todas e cada umha das protagonistas de High School of the Dead ( H.O.T.D.: Gakuen Mokushiroku, Daisuke Satō e Shōji Satō, 2010-presente) e que distrai de jeito inevitável dumha trama e duns personagens surpreendentemente interessantes para umha produçom shônen ecchi (publicaçons dirigidas a varons japoneses com um toque “erótico” desde o ponto de vista europeu, mas sem sexo explícito).

Se algo marca o aspecto visual de H.O.T.D. é o contraste entre o fanservice e o detalhado do gore.

Entendam o quero dizer tanto o manga como o anime apresenta-nos um cenário de brote zombie clássico que pronto evolui até níveis de Apocalipse mundial, e conta-nos a história dum grupo de estudantes de instituto japonês que se vem obrigados a sobreviver nas piores circunstâncias. O grupo é composto seguindo todas as normas da literatura shônen: Um lider relutante namorado desde a infância da coprotagonista, umha Yamato Nadeshiko experta na luta com katana, umha gênio intelectual caprichosa, um otaku das armas gordinho mas desenvolto, umha enfermeira adulta infantilizada e umha nena pequena com cadelinho. Pareceria que com esses alicerces típicos nom se pode construir umha grande narrativa, mas a oportunidade de revulsom e decontruçom que oferece o cenário zombie permite a Daisuke Satō -especialista todo seja dito em mangas sobre historias alternativas, recomendar especialmente Seito sobre um Japom dividido políticamente como as Coreias- desenhar personagens mais profundos que evoluem muito mais do aguardado. Evidentemente temos que aceitar as conveniências dumha história na que todos os protagonistas resultam ter cerca capacidade marcial -algumhas especialmente espectaculares- que lhes permite actuar com maior efectividade e taxa de supervivência que alguns comandos militares.

Muitas cenas som puro gorn e nem as”pantyshots” som sagradas para os zombies

Outra característica da H.O.T.D. é o intento de ter presente todo o feito até o momento com a temática. A enorme quantidade de homenagens a títulos do género deixa claro que os irmaos Satō som conhecedores do tema. Por citar só algumhas temos a apariçom de Shaun de Zombie Party (Shaun of the Dead. Edgar Wright 2004) tam apirolado coma sempre, as cabeças de famosos de El amanecer de los muertos (Dawn of Dead, George A. Romero 1979)alguns acordes musicais de 28DaysLater no primeiro capítulo anime, ou que grupo fique dividido em certa altura dum jeito exactamente igual que umha afamada cena do vídeojogo Resident Evil 2, berros de Double tap! por parte do otaku das armas que evidentemente viu Zombieland (idem, Ruben Feischer 2009), ou o obrigado capítulo num centro comercial voltando outra vez a Dawn of the Dead. Mas também sobressai em que por umha vez os protagonistas som conscientes de que estam no médio dumha apocalipse zombie, e param a pensar os seus movimentos, analisar os seus falhos e desenhar -em voz alta- estratégias inteligentes para sobreviverem. Todos estes bons complementam-se com umha mensagem de rebeldia fronte aos tabus da sociedade japonesa, com umhas personagens que reflexionam sobre como a fim da civilizaçom obrigou-nos a rachar com muitos convencionalismos da sua cultura. E nalguns casos levou-nos a abraçar os seus lados mais escuros.

O fanservice é duro, e vai por toneladas métricas de carne.

É por todos esses bons traços polos que o tema das enormes tetas racha com a experiência. Pola rede podedes topar a história de que o desenhador Shōji Satō trabalhava em produçons hentai e que os velhos vícios nunca se perdem. Também que os altos níveis de ecchi som a condiçom que muitos estudos obrigam aos criadores para financiarem apostas narrativas arriscadas -e os altos níveis de gore e introspeçom fam de HighSchool of the Dead umha peça difícil de vender massivamente-. Porem o absurdo da anatomia e o contrate entre as cenas violentas ou psicológicas coas posturas exageradas, anatomias extraterrestres -nom minto se digo que a protagonista mais talhada pode literalmente ficar comodamente dormida sobre os seus peitos- capítulos de “banho” e demais parafernalia do subgénero é mui chocante. Mina muito o realismo dumha série onde som analisados os pros e contras de todas e cada umha das armas atopadas e das estratégias desenvolvidas, que as protagonistas nunca levem nada mais cómodo que umhas médias de reixa com ligueiro, saia de tubo rachada e camisola de uniforme três talhas mais pequenas. O epitome desta dicotomia estética chega com um capítulo gratuíto O.V.A. que sem zombies de por médio -e sem nenhumha explicaçom real- situa os personagens numha ilha com praia para que se luzam em traje de banho e tenham tórridas cenas eróticas provocadas por umha oportuna intoxicaçom. Acho que a definiçom desta “física fantástica das tetas” pode-se resumir na afamada cena de “o rifle e as tetas” que podedes atopar aquí e que nom contem spoilers.

Se um esquece as anatomias impossíveis o estilo visual de H.O.T.D. é precioso e detalhista

Em resumo: com um nível de história alto e um gore mais que respeitável -que se suaviza um pouco nos capítulos intermédios onde os elementos ecchi ganham terreno até níveis um pouco molestos- Highschool of the Dead merece a pena como anime -e polo que puidem ler como série de manga- para os amantes do género.  Os níveis de violência, profundidade de história e personagens e cuidado no aspecto gráfico som altíssimos. A produçom animada rematou a sua primeira temporada há uns meses, e há promessas para umha segunda que segue bastante fielmente a história original. Fica nas suas maos decidirem se o apartado gráfico e as concessons eróticas ultrapassam o seu aguante.

Fer

George A. Romero

Xa podedes ver os créditos iniciais de American Horror Story

A nova serie da canle FX, American Horror Story é, sen dúbida, unha das máis terroríficas apostas que xamais se fixeran para televisión. A serie sigue a historia da familia Harmon – o marido Ben (Dylan McDermott), a súa muller Vivian (Connie Britton) e a súa filla Violet (Taissa Farmiga) - cando se mudan a unha antiga casa de Los Angeles que ten unha historia oscura. Por exemplo, no sótano da casa descansan os restos dunha criatura demoníaca. E logo está o home no traxe fetichista de goma …

Algo máis acojonante que todo esto? Os créditos iniciais que podedes ver aquí. O clip, creado por Kyle Cooper e a súa compañía Prologue, responsables das secuencias iniciais de Seven e The Walking Dead. Nel non podemos ver nin aos actores nin nada máis que o sótano, pero podemos coñecer a historia previa que rodeou ese lugar. Segundo os creadores, todo o que vemos nos créditos iniciais quedará resolto a medida que os capítulos vaian avanzando.

Vía: EntertainmentWeekly.com

Anos de experiência como leitor e como seguidor de séries levam a que me adira quase sem dúvidas à afirmaçom – um pouco snob- de que o livro é sempre melhor que a série (ou filme). Que entre as páginas dumha obra literária o autor tem mais espaço e ferramentas -sem limitaçons de custos e quase de tempo- para desenvolver os pequenos detalhes que dam vida a umha história com personagens dignos de amar ou odiar. Assim, em igualdade de qualidade na história, os livros aduitam ganhar a carreira às adaptaçons cinrmatográficas no coraçom deste crítico. Há quem argumenta que a literatura e a cinematografia -seja em formato grande for em formato pequeno- trabalham com linguagens diferentes e que cada versom da história deve ser criticada por separado, também concordo com esta afirmaçom e nom a vexo contraditória com a postura descrita antes.

Com todo, as vezes cumpre matizar essas ideias, e Dexter é um destes casos. E a causa nom é outra de que, partindo da mesma idéia inicial -o livro Darkly Dreaming Dexter- as novelas perderam-se há tempo por caminhos místicos, sobrenaturais e de escassa qualidade literária mentres que a série de televisom reforçou os aspectos mais interessantes da história original engadindo detalhes de série procedimental, profundidade nas personagens secundárias e as tramas ligadas com estas. As maos ganhadoras de Emmy de James Manos Jr (chiscadela, chiscadela) como roteirista fizeram um bom trabalho, mantendo o nível da série alto quando já está apiques de estrear a sua sexta temporada. Nom é de estranhar nalguém implicado noutros feitos cardinais da história da televissom como The Sopranos (Los Sopranos, David Chase, 1999-2007) The Shield (The Shield: Al margen de la Ley, Shawn Ryan, 2002-2008) e Apollo 11 (idem, Norberto Barba,1996). A qualidade como actor de Michael C. Hall ficou acreditada com Six Feet Under (A dos metros bajo tierra, Alan Ball, 2001-2005) mas segundo avançam as temporadas de Dexter fai-se mais evidente a sua maduraçom como actor.

Porém muita gente nom gostou da quinta temporada da série, onde a personagem de Dexter lida com enorme perda pessoal -se isso existe para um psicopata, alias um psicopata seguro da sua bondade- vista cara finais da quarta temporada. À vez que procura compaginar o seu trabalho (o policial que incluí microscópios e sequenciaçom de ADN, e o nocturno que leva conjunto umha grande quantidade de plástico, fita-cola industrial e umha variedade quase infinita de objectos afiados, cortantes e perforantes assim como sonífero veterinário) com o seu novo rol de pai. Se calhar é por isso que Sara Colleton, produtora executiva da série, filtrou que a sexta temporada sucederá um ano após os acontecimentos da quinta, e que para entom a perda de Rita e a marcha da companheira escura de Dexter estará, se nom soterrada entom superada com o passo do tempo. A intençom do equipo criativo é, segundo o que se filtrou até o de agora, recuperar a linha dos anteriores ciclos argumentais da série, o qual pode ser mui bem-vindo polo pessoal seareiro da produçom. Porém outros comentários feitos por roteiristas, e algo que se pode intuir no trailer desta tempada se se lerom os livros, pode levar a pensar que a série vai cair polos cantis mais estranhos e criticados da obra original.

Aguardamos entom com ganhas a chegada desta série, que impactou a audiência desde o primeiro momento com um dos opening mais celebrados da história da televisom. A estreia está programada para o 2 de Outubro.

Fer

(Para ler este artigo é recomendável ter visto as temporadas anteriores)

Se a última temporada de Criminal Minds (Mentes criminales, Jeff Davis, 2005-?) se caracterizou por algo foi polas contínuas mudanças no reparto habitual da série, assim como a experimentaçom com os roles das personagens. Nom só assistimos à marcha dumha das mais queridas agentes da BAU por motivos “laborais” dentro da série, também à dessapariçom supostamente definitiva doutra das integrantes do grupo de espertos no comportamento do FBI. Polo caminho a informática e gestora de dados Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) perpetrou um intento -com nulo sucesso- de ocupar o posto de ligaçom com os média. Sem contar que, para completar o grupo de investigadores os roteiristas tiraram dos arquivos da própria série para atrair um novo personagem Ashley Seaver (Rachel Nichols) que parecia interessante e com potencial mas que foi retirado do quadro de pessoal habitual cara finais da sexta tempada, regressando de novo o papel interpretado por A.J. Cook. Todo isto completou-se com multitude de especulaçons que falavam sobre a marcha de Thomas Gibson e da sua personagem do afamado escritor e criminalista Aaron “Hotch” Hotchner.   As mudanças de personagens principais sucedem tam rápido como os trocos da produtora da série, que tem passado por cinco maos nos seus seis anos de vida (The Mark Gordon Company, ABC Studios, Paramount Telivision e CBS Television Studios) seguindo os movimentos tectónicos dos mayors de televisom nos EUA.

A temporada passada também jogou com a estrutura da série, algo que sempre se agradece -se se fai bem, claro- em shows procedimentais que as vezes podem ficar encalhados na rotina de “mau da semana” (e nom estou mirando a ninguém cof, cof, CSI:Miami, cof, cof). Porém as linhas argumentais do ano passado foram um pouco confusas, situando-se o maior giro da história -tanto em importância como em distância com a tónica habitual da série- nos primeiros capítulos da segunda metade da mesma e que foram adequadamente intitulados como “Coda” polo primeiro deles. Este ponto e aparte na narrativa fixo que muitos viramos os seis episódios restantes como dotados de menos força e importância no universo da série. O grande golpe, para alguns mais apropriado como cliffhanger de final de tempada, ocultou muitos dos movimentos da história na segunda metade -que existirom, incluída a partida doutro personagem, ou a preocupaçom pola saúde psiquiatrica do Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler)- e fixo pouco espetacular por comparaçom o derradeiro capítulo da tempada.

A nova Wonder Woman (Adrianne Palicki) aralha-se como nova incorporaçom nesta temporada

Já está disponhível para o público americano e aqueles com suficientes benevolências no partilhe de igual a igual o primeiro capítulo da sétima temporada. Nele os roteiristas continuam com o projecto de dotarem a série de maior continuidade e estrutura de personagens fora dos casos particulares, e fam isto com umha nova reviravolta às histórias da anterior tempada, começando desde o primeiro minuto com umha sessom especial do Senado que investiga o proceder do BAU… um prato forte para umha tempada que aguardemos vexa estabelecer-se o sementado na anterior, mas sem tanto movimento de personagens.

Fer

(A sétima temporada de Criminal Minds começou a se emitir o 21 de setembro na canle estadounidense CBS e rematará na primavera do 2012)

Quedan pouco máis de dúas semanas para a estrea da segunda tempada de The Walking Dead (ídem, Frank Darabont, 2010 – ?) e xa estamos vendo que, como mínimo, o primeiro o imos ver.

A primeira tempada tivo un moi bo comezo, inda que despois foise desinflando e se a iso lle sumamos todos os problemas de produción e cos guionistas que tiveron este verán… pois só nos queda confiar nos zombis e en que intenten ser o máis fieis posíbel á banda deseñada orixinal.

Aquí unha promo para ir abrindo boca:
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Vía: Uruloki.org

Novas relacionadas: Póster da segunda tempada de The Walking Dead. Xa queda menos…

Modern Family. Comeza a terceira tempada.

Tralo grande éxito de Modern Family nos Emmy Awards, esta serie familiar estrea a súa terceira tempada con, seguramente, elevadas expectativas na ABC.

O reparto da serie nos premios Emmy.

Unha comedia que arrincou hai dous anos e que non tardou en confirmar unha segunda tempada polo seu éxito. A clave é o elenco, actores moi bos e non especialmente coñecidos, agás, claro, Ed O´Neill que quen máis e quen menos lembra de Married with children. Claramente o formato escollido de falso documental axuda moito na renovación da comedia familiar, igual que o lixeiro cambio nos temas tratados.

Combina un guión espectacularmente escrito cun ritmo axeitado para que, a miúdo, as diferentes tramas conflúan nunha mesma situación final ou, no peor dos casos, nunha conclusión común, narrada por un personaxe.

Pero non se ía librar tan fácilmente dos problemas. O ano pasado os responsables desta serie foron demandados por Martin Alexander por suposto plaxio do seu proxecto Looney Ben. Segundo el, estivera intentando levalo a cabo e inclusive falaba de Sophia Vergara para un dos personaxes, moi semellante ó de Gloria Pritchett. Polo visto non se sabe nada máis de como rematou o asunto.

Imaxe promocional da segunda tempada.

A principal novidade para a terceira tempada son os cambios que sufrirá o seu reparto, e é que, para dar máis xogo, a pequena Lily será interpretada por Aubrey Anderson-Emmons (4 anos). A intención é darlle máis protagonismo ó seu personaxe; veremos como se defende e que situacións provoca esta meniña que ata agora permanecía impasible en cada secuencia. Ademais, reaparecerá momentaneamente Javier Delgado, interpretado por Benjamin Bratt e David Cross (Tobias Funke en Arrested Development) incorpórase como un concelleiro que lle fará a vida imposible a Claire Dunphy.

Eric Stonestreet e Aubrey Anderson-Emmons

Lembremos ademais que ó final da segunda tempada, Alex graduouse co cal comeza o instituto (corromperase a máis intelixente e responsable desta familia?); Haley insinuou que considera non ir á universidade (fará alguén que cambie de idea?) e Mitchell e Cameron decidiron adoptar de novo, neste caso un neno.

A terceira tempada comeza hoxe e moi… americana. A familia ó completo visita un rancho de Wyoming nunha emisión especial dunha hora.

Dragon Ball Kai no Xabarin!!!

Próximamente comezará no Xabarin Club da TVG a serie de Dragon Ball Kai (2009 – 2011), a versión mellorada e en HD da serie Dragon Ball Z (1989 – 1996) do sensei Toriyama.

Esperemos que nos sorprendan cunha voa dobraxe. Ahí quédavos unha estupenda promo!

Vía: Mision Tokyo

Non fai moito tempo, cando George Lucas deixou de tocar as súas cousas…

Despois de quedar pampos cos cambios que George Lucas fixo na edición de BluRay da triloxía orixinal (o mellor non foi él pero permitiuno, logo é igual de culpable) este 16 de Setembro comeza a 4ª tempada de Star Wars: The Clone Wars (ídem, Dave Filoni, 2008 – ?) na canle estadounidense Cartoon Network.

A verdade é que agradécese una dose de cando en cando do universo Star Wars. Logo da estrea de Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith (2005), saíron un montón de rumores, dende a continuación dunha serie con actores reais posterior a Star Wars: Episode VI – Return of the Jedi (1983) ata a realización dun Episodio 0 con Yoda coma protagonista.

As Clone Wars foron un deses rumores que se fixeron reais. Comezou cunha serie de debuxos que mostraba eses cabos soltos entre o episodio II e o III, cómo se converteu Anakin en Cabaleiro Jedi, a súa cicatriz e brazo novo, a concepción de Luke e Leia, o baño de ouro de C-3PO, os primeiros pasos no lado escuro de Anakin, a invasión de Coruscant e o por qué de que Grievous se pása todo o día tosendo. Dúas minitempadas (a primeira era de 20 capítulos de 5 minutos) de gran calidade, o meu parecer).

George Lucas non debeu quedar satisfeito con iso e decidiron realizar de novo a serie pero con animación 3D. Comezando cunha película (ou episodio piloto) que se estreou nos cines e retomándoa cunha serie da que xa levamos tres tempadas. A serie é totalmente independiente das Clone Wars orixinais e non teñen que ver nada unha coa outra.

Nesta nova andaina das Clone Wars, expándese moito máis o universo Star Wars, xa non son eses catro planetas onde todo o mundo se coñecía, aparecen novas razas, as intrigas políticas están á orde do día, a Orde Jedi está desbordada con tantos conflictos e os soldados clon non son unas persoas anónimas, se non que ten cada un a súa propia historia.

Nótase que a man de de Lucas non está detrás disto, bueno, supoño que poría a carteira, pero para o resto, nótase que hai alguén que lle interesa un pouco a saga. Obviamente, en tres tempadas, é lóxico que floxee nalgúns episodios pero en xeral é una serie bastante boa. Entre todos os capítulos destacar o 5º da segunda tempada, Landing at Point Rain, onde realizan o segundo asalto a Geonosis. Así debeu rodar George Lucas o Episodio II! Existen capítulos dedicados a só un personaxe, a historia dalgúns clons, conspiación políticas, asasinos, batallas campais, e a aparición de novos personaxes que xa colleron máis carisma que algúns protagonistas das cintas principais, como é o caso do cazarrecompensas Cad Bane. Tamén chama a atención que a serie, dirixida principalmente ós nenos, teñan esceas bastante duras para esas idades, como a morte de personaxes a sangue fría. Hai xente que lle desagrada o “comiqueiro” e “infantil” do deseño dos personaxes, pero queda esquecido unha vez comezado a historia.

Pero todo isto non é nada. Onde a serie tivo máis éxito foi no impresionante merchandising que sacou o mercado coas Clone Wars e que tivo un éxito sen igual, soamente comparado co das películas orixinais. Máis cartos para o peto.

Aquí tedes o tráiler da nova tempada, onde parece que vai ser un pouco máis escura cas anteriores. Os clons estrearán a armadura Phase II e espero impaciente o capítulo da escea de Grievous rodeado de gungans! Pronto saberemos o desenlace.

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Diefer K’San

Daniel Craig está que non para, e aquí temos máis un novo filme seu. En Dream House (2011) interpreta a un pai de familia que xunto á súa muller e as súas dúas fillas múdase a unha nova casa na que descubrirán que se cometeron numerosos asasinatos horríbeis e que agora son eles os que están en perigo.

O cachas de Daniel Craig está acompañado das belas Rachel Welsz (a muller) e Naomi Watts (unha veciña). Na dirección temos a Jim Sheridan, máis que un seguro.

A estrea aquí está prevista para o 4 de novembro de 2011.

Vía: Uruloki.org

Sons of Anarchy, tempada 4. Vivan The Shield e Deadwood!


Dicindo un motivo (varios) para empezar/continuar esta serie: se vos gustaron series como The Shield (The Shield: Al margen de la ley, Shawn Ryan, 2002 – 2008) e Deadwood (ídem, David Milch, 2004 – 2006) estaredes contentos cando vexades os dous primeiros capítulos da cuarta tempada de Sons of Anarchy (Hijos de la Anarquía, Kurt Sutter, 2008 – ?).

E por certo, a trama recupera o centro de gravidade que tan ben lle senta a esta serie: a familia, a banda, a xente nelas… E como dicía aquel, o inferno está nos outros.

De momento promete petróleo, agora que non a escarallen.

Don Vitto

A cuarta tempada de Sons of Anarchy comezou a emitirse o 6 de setembro na canle estadounidense FX. Aquí podedes ver un prometedor teaser tráiler (cheo de spoilers para os que non remataran de ver as tempadas anteriores).

No próximo mes de outubro agárdase a estrea no canal británico E4 da terceira serie (o xeito deles para chamar as tempadas) de Misfits, o que nos permite falar da súa consolidación fronte a audiencia. Paréceme pois un bo momento para animar ó visionado deste extraño sainete televisivo baseado nunha premisa que pode soar a xa moi vista: un grupo de delincuentes xuvenís condenados a traballos sociais por delitos menores adquire superpoderes tras ser impactados polos raios dunha treboada. A partir de aquí coñeceremos a historia e inquedanzas destes personaxes a medida que se van enfrontado ós xiros surrealistas, ás veces aterradores, a que a súa nova condición os vai levando.

Esta serie foi moi ben recibida sobre todo en Gran Bretaña, Irlanda e Australia, e tras acabar de visionar a segunda serie, non podo máis que estar de acordo. A súa forza reside fundamentalmente nos seus ben desenrolados personaxes, as convincentes actuacións dos descoñecidos e xóvenes actores e a irreverencia e escasa moderación dos seus guións.

Os personaxes teñen motivacións, historias personais e reaccións ante as situacións que afrontan moi alonxadas do esperado e visto ata agora na televisión, e mesmo así perfectamente cribles e coherentes. De cando en vez o espectador recorda que teñen superpoderes, pero non son en absoluto o centro das súas vidas.

Os actores dan vida propia a personaxes nos que convencen, vencendo o fácil de caer no histrionismo e a sobreactuación. Isto non reza para Robert Sheehan (que interprete a Nathan), quizáis o que asume o protagonismo, sobre todo na primeira serie; este actor abruma precisamente cunha esaxeración nada edulcorada que fai que o espectador sinta un desagrado visceral, case nauseoso que sorprendentemente se vai transformando en entrañable sentimento a medida que avanza a serie. Iwan Rheon (Simon), por outra banda, ten que interpretar a sorprendente evolución dun personaxe  en principio retraído que ten que asumir a responsabilidade de salvar a todos os demáis sen ter demasiado en conta o que signifique para sí ou a súa propia vida. En fin, todo o reparto é salientable; máis Sheehan deslumbra ata cegar.

Pero é no guión onde hoxe en día reside a forza dunha serie de televisión. Intelixente, desenfadado, sen moderación autoimposta, Misfits lévanos por unha paisaxe desoladora, de ermo intelectual e sen esperanzas de futuro, na que se moven unha chea de humanos monstruosos e algún que outro monstruo moi humano. As situacións sucédense cun ritmo vivo, case frenético (cada serie ten únicamente seis episodios), e os xiros abruman de grotescos, surrealistas e  obscenos, como a linguaxe empregada polos habitantes dese mundo perigoso nos que a supervivencia vólvese tan difícil como labrarse un futuro sen estudios, sen traballo e con antecedentes penais. Ten momentos memorables.

Na parte negativa, indicar que a narrativa exprime o concepto con rapidez de xeito que na segunda serie vislúmbranse os tópicos do xénero e certa previsibilidade. Pode esgotar, e por iso anticípase un rediseño: Sheehan anunciou que non repite na terceira, que comezará cun novo personaxe e unha da premisa que pode traer o aire fresco preciso para manter a calidade. En resumo: moi recomendable.

Silenus, O Druida

Para ir abrindo boca o 15 de setembro emitirán un episodio único protagonizado por Nathan titulado VegasBaby!

A canle estadounidense Showtime (Weeds, Dexter) anunciou o novo proxecto de Spielberg e King: Under The Dome, un drama misturado con ciencia ficción. O proxecto levaba dende o ano 2009 parado á busca dun canle que apostase por el.

A serie será un estará basada na novela de mesmo nome de Stephen King e estará producido por DreamWorks Television. Under The Dome ten lugar nun pequeno pobo de Maine, onde, sen coñecer a causa, quedan aillados do resto do mundo debido a un campo de forza no que están atrapados. Ao máis puro estilo buñuelesco, a convivencia claustrofóbica transformarase pouco a pouco nun problema.

O proxecto aínda non ten data de produción nin de estrea, pero os creadores xa se atopan á búsqueda de guionistas.

Vía: Scifiworld.es

 

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