"Só leo este blogue para saber o que non teño que ver", Martin Pawley (días estranhos)

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Malíssimo Payne

Nota preliminar. Minutos antes de ver o filme fum testemunha dumha cena dantesca: Duas salas dos multicines vaziarom-se diante minha, expulsando umha manda de nenos e pre-adolescentes acompanhados de maçados progenitores, e adolescentes maçadores, extasiados e excitados após o ritae de “High School Musical 3”. Entenderám que foi umha experiência terrível para umha pessoa que pensa que os tratados internacionais contra o emprego de armas químicas e bacteriológicas nom se deveriam aplicar ao público de -e os actores implicados em- filmes musicais. Ao menos isso amorteceu um pouco o shock dos 100 minutos seguintes.

Max Payne

Agora a crítica, e vou ser mui explícito: O filme e malíssimo em todas as suas facetas. É malíssimo como história cinematográfica, e malíssimo como filme de acçom, e malíssimo como adaptaçom dum vídeo-jogo “tam peliculeiro”, é malíssimo como produto visual. Há oito anos que desinstalei o jogo original do ordenador mas se algo lembro com claridade é a sua contundência narrativa: “Este jogo da para um bom filme” pensou muita gente coma mim. A trama, mistura de comic negríssimo e cine de acçom, que o escritor finês Sami Järvi souvo introduzir no produto de Remedy Enterteiment conseguiu converter um TPS (Third-person shooter, ou Atirador em terceira pessoa) normalinho numha verdadeira homenagem para esse mesmo mundo do comic policial americano e os filmes de John Woo. Se calhar o maior mérito da equipa da produtora finesa foi converterem umha ferramenta visual inovadora -mas que podia resultar cansativa para o jogador- como o bullet time (tempo bala) em parte dumha trama complexa e escura, que misturava a corrupçom policial e social, a mitologia nórdica, as drogas de desenho, a prostituiçom, o ocultismo, e umha belíssima combinaçom do ambiente industrial-urbano e a pantasmal aura da eterna tormenta de neve. Todo isso conseguiu que eu goza-se da experiência de jogo de Max Payne. E por algumha razom, com todo esse material de qualidade, com todo essa trama e esse ambiente pensado para o próprio cine e a ajuda do pŕopio Sami Järvi -nos créditos como Sam Lake-, a adaptaçom de John Moore e Beau Thorne está na linha de todas as versons para a grande tela de video-jogos: Um produto vazio de conteúdo, com narraçom pobre, actores-maniquies que movem personagens sem pessoalidade por um ambiente falso e plastificado.

Max Payne

A culpa nom é dumhas mudanças -mínimas- ou omissons na trama -como a obsessom ocultista de Lupino que tanto ambiente criou no jogo-, mas do próprio produto em conjunto. A força visual das quadrinhos-frames do original, no que o contraste entre a cinza das ruas, o branco escurecido das neves e o vermelho ruibo do sangue fica na retina do jogador é transladado para o ecrám do cinema como se levasse umha capa de plástico de CGI, irreal, mas nom “irreal do bo”. Nom há nada onírico nas valkyrias dos pesadelos de Payne, só artificio digital barato que rompe o pouco tom narrativo do filme. O mesmo acontece co bullet time: De ferramenta narrativa e visual poderosa, passa para momento de “chiscadela para os jogadores” que de tam mal gravado, produzido e introduzido na trama produz vergonha. Porém, por muito que esses dous elementos visuais da trama fossem de mairo qualidade, isso nom amanharia o desordenado e pouco lúcido trabalho de guiom. E ainda com um um envelope visual aceitável e um guiom que conservasse a qualidade original toparíamos co grande problema do filme: A iniquidade dos actores. Mark Wahlberg demonstra mais umha vez que a sua carreira como actor é prescindível, e que todos ficaríamos agradecidos se trabalhasse mais como produtor -da excelente Entourage, por exemplo- e nom cometesse estas atrocidades interpretativas. Só de pensar na sua cara apampada na pele de Jack Salmon na futura The Lovely Bones (2009) perdo a pouca confiánça que conservava no cinema de Hollywood. De Amaury Nolasco (Jack Lupino) mantém a mesma faciana todo o filme, com umha mirada que demonstra que confundiu a enajenaçom mental do seu personagem por mor das drogas com umha liquaçom da massa encefálica. Beau Bridges confirma o que muitos pensamos: Que a sua interpretaçom em O bom alemán (2006) foi uma excepçom e que só se desenvolve bem na comédia televisiva.

Max Payne

Como nota final quero fazer um pequeno spoiler (do video-jogo e do filme) que cuido necessário para caracterizar a perda de força da adaptaçom: Umha(s) das cenas mais poderosas -desde o dimensom narrativa , “molestas” para jogar e intranqüilizantes som os os passeios oníricos pola velha casa dos Payne onde a sua mulher e filha (transmutado no filme em filho) morrerom assassinados. Nos primeiros, desde os sonhos culpáveis de Max, já resulta desassossegante, mas quando sofre a overdosse da droga Valkyr os recordos mudam num retrato de pesadelo que se deforma cada vez mais segundo está mais perto do quarto da criança. Os corredores som eternos, tingidos de sangue, as perspectivas e as sombras acurralam o personagem e a sensaçom dumha resoluçom terrível é constante. Todo isto acompanhado no choro in crescendo do bebe, que chega a se converter num berro desesperado -que realmente metia medo- que obrigava até a baixar o volume dos alto-falantes. A cena rematava com um labirinto inexplicável que ocupava o lugar do quarto da criatura, e que castigava com berros ainda mais doidos qualquer equivocaçom no percorrido -escuro e intuitivo-. Pois bem esta cena, que para muitos constitui um verdadeiro logro narrativo na história dos video-jogos, é substituída no filme primeiro por umha reconstruçom literal do crime -no que se suprime o sangue e qualquer marca de violência física, os clássicos mortos intactos de Hollywood- e depois por visons “encelestias” cheias de cores calidas e promessa de redençom para Payne. Cuido que com isto os jogadores originais ficaram desanimados, com razom, de gastarem os seus quartos em tempos de crise, e os possíveis espectadores despistados ficam avisados.

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Tráiler de The Uninvited

The Uninvited

Aquí­ podedes ver o tráiler de The Uninvited, segundo din na nova remake da coreana Dúas irmás, inda que a min non se me parecen nada.

Un par de sustos imos levar, mais cando un tráiler ten que durar máis de dous minutos non é un bo sinal.

Un par de pequenos reclamos son Elizabeth Banks e David Strathaim. Dirixen os irmáns Charles e Thomas Guard. Estrea: 24 de abril do 2009

Non confundir con The Uninvited (Os Intrusos, 1944) ou The Uninvited (Jelangkung, 2001)

Vía CinemaBlend

Gabriel Macht - The Spirit

Voute matar de todas as mortes

Samuel L. Jackson - The Octopus - The Spirit

Recoñece o meu poder

Dous novos pósters de The Spirit. Desta volta afástanse da estética Sin City de branco e negro con vermello e amósannos ó protagonista (Gabriel Macht) e ó vilán (Samuel L. Jackson) nun ambiente frío e crepuscular.

Estamos a facer unha boa colección de pósters desta película.

Por se alguén non se dera de conta os pósters están enfrentados.

Vía Superheroe Hype!

Novas relacionadas: Póster de The Spirit (Eva Mendes) e Póster de The Spirit, desta volta con Scarlett Johansson

Algunhas cousas de Fanboys

Fanboys

Aquí traemos algunhas imaxes e o tráiler dun filme con númerosos problemas para estrear (18 de setembro, disque desta vai a boa) e que seguramente teñamos que ver gracias ó noso distribuidor p2p de confianza.

Fanboys está dirixida por Kyle Newman e interpretada por Sam Huntington, Chris Marquette, Dan Fogler, Jay Baruchel e Kristen Bell (coa aparición estelar de Carrie Fisher, entre outros).

Novas relacionadas: Fanboys

John Woo dirixirá Caliber

Caliber

O irregular director John Woo, que tivo a súa mellor época xa fai anos en Hong Kong, dirixirá a adaptación da banda deseñada Caliber, de Sam Sarkar e Garrie Gastonny.

Caliber é unha versión do mito do Rei Arturo levada á costa oeste dos Estados Unidos no século XIX, onde os cabaleiros da Mesa Cuadrada son pistoleiros.

Se hai moita xente apuntándose con pistolas é cousa para John Woo, deberon pensar os produtores.

A estrea está prevista para o 2010.

Vía Killer Movies

Estou de vacacións, así que durmo ata tarde. Paseo, recollo as entradas do día seguinte e vou comer. Hoxe toca carne, Entrecosto con patacas fritidas nun local xusto enfronte do cine Sá de Bandeira. Rico, boa cantidade e bo prezo. Xa lle empezo a coller o xeito a esta comida.

Natural city. Pesadísimo filme de ciencia ficción e romanticismo. A finais do século XXI os robots son idénticos ós humanos e reproducen os seus sentimentos e actitudes á perfección. O problema é que tenhen caducidade e unha curta vida. Un policia de moral laxa namora dun destes robots e fará todo o posíbel para que a súa namorada non morra. Por outro lado unos cyborgs militares descontrolados atacan un banco de ADN non se sabe con que fin.

Un filme con boas doses de ciencia ficción, acción e sangue e romanticismo, mais falla no ritmo e nalgunha cousa máis e ó final faise pesada de máis. Unha outra oportunidade do cinema coreano perdida. (Tamén penso que o filme é moi do gusto e do estilo que se fai por esas terras)

Hell’s Ground. Gore pakistaní. Como vos quedou o corpo? Pois si, alí estaban os produtores do primeiro filme gore de Pakistán. Agardan que sexa o principio dalgo e só o final do bo gusto no país. Unha moi decente historia de adolescentes que minten na casa para ir ver un concerto. Alugan unha camioneta e polo caminho atopan campensinos zombis, un ermitanho vampiro e un asasino con burka e un esmagacabezas. Sangue, malas ideas e conversas de manual. Ó final non fai outra cousa que trasladar paso a paso as características do american gothic a Pakistán cun par de actualizacións. Para a próxima agardamos verdadeiro pakistan gothic (ou algo peor)

Mother of Tears. Final da triloxía do mestre Darío Argento ca súa filla, Asia Argento, como protagonista. Non vos vou mentir. A Argento foiselle a cabeza ou no se toma en serio a si mismo. O filme é un continuo despropósito, un detrás do outro, e ó final os protagonistas rin cunha sonora gargallada. Sen dúbida algunha rin do público.

A historia: Fóra dun cemiterio atopan uns restos pagáns que ó ser manipulados espertan á Nai das Bágoas, a derradeira de tres poderosísimas bruxas (as outras dúas morreron nos dous anteriores filmes, of course) que convoca a tódalas bruxas do mundo para destruir Roma.

Para moi moi fans de Argento ou para botar unhas boas risas. O mellor, o mono.

Antes disto puidemos ver dúas curtas moi distintas entre elas. A primeira (en estrea europea co director recén chegado do Canadá), Peekers, unha inquietante historia de ladróns de corpos; e a segunda, Found Objects, un surrealista conto mudo (mais con son) no que non se sabe moi ben o que está a pasar. A ambientación, os decorados, os efectos, os actores, todo, está moi coidado.

E para finalizar dous apuntamentos:

A Galiza máis cultural segue invadindo Porto, desta volta tócalle o turno ó Play-Doc de Tui, que ten a cidade invadida de cartaces e un día destes fan a presentación na Fnac.

O outro é un apuntamento deportivo. Onte tivo lugar o derby, Sporting – Benfica. Resultado final 1 – 1, o Benfica saiu ganhador.

Coa estrea en 1987 de Pesadelo en Elm Street III: Os guerreiros dos soños a saga volvía á súa orixe. Os malos resultados da parte anterior obligaban a un cambio de mentalidade e Wes Craven volveu coller a tixola polo mango para facer desto un produto puramente industrial. Tiñan unha historia, tiñan unha personaxe con tirón entre o público e o que había que facer era explotar esa gran materia prima. Así foi que Wes Craven volveu ó guión e escribiu unha desas historias que se lle dan tan ben. Ó mesmo tempo, a tarefa de dirixir foi parar as mans de Chuck Russell, un director que se destaca en algo é precisamente en ser un productor experimentado. E é que no momento de poñerse a dirixir este filme, Russell xa levaba producidas 7 películas, todas elas de xénero, e non levaba dirixido ningunha. Esto fainos dubidar se o que pretendían en New Line era relanzar a saga ou simplemente sacar a última pasta posible a un produto mermado pola secuela anterior. O caso é que a terceira de Elm Street foi un éxito.

Heather Lagenkamp (Nancy) e John Saxon (seu pai, o tenente Donald Thompson) rexurdían da nada e volvían aparecer cando o público xa os daba por mortos. E neste caso ás vitimas son toda unha tropa de mociños que están nun psiquiátrico porque non se atreven a durmir. Só co planteamento de base, o filme xa tiña asegurado un bo feixe de mortos. É dicir, o que facía falta dado o éxito de Venres 13.

Vista con distancia, o filme resultaría inocente e rematadamente infantil para a actualidade. A terceira de Elm Street é unha sucesión de mortes de adolescentes marcada por unha estética recargadísima, moi dos oitenta, na que Craven se dedicou a mesturar con bastante bo resultado todo o imaxinario infantil da época, desde a maxia tipo Señor dos Aneis, a pandilleiros punkarras.

A peli é unha auténtica frikada pero a verdade é que resulta divertida. Nancy resulta ser agora toda unha especialista en terapia dos soños (non sei onde estudaría eso tendo en conta que na primeira parte estaba na metade do instituto e na terceira non pasaron máis de 6 anos daquela. Sería por CCC.) e quere que lle receiten ós crios unhas pastillas que os impida soñar (esto ten coña). O caso é que os rapaces que se mantiveron con vida ata a chegada de Nancy empezan a palmar un tras outro. Entre medias vemos que polo lugar en cuestión vai aparecendo unha monxiña que parece saber moito de Freddy e gracias a ela sabemos que o manicomio de marras onde están os chavales era unha prisión na que Freddy estivo recluído, resumindo: lugar maldito. Ata aquí podo ler e non vou desmembrar máis do argumento por se queda alguén na humanidade que non a vira.

Como apuntamento final dicir que nesta parte iniciase de forma máis clara unha das marcas estéticas made in Pesadelo en Elm Street, que é a inclusión máis ou menos habitual de efectos visuais en stop motion. No 87 aínda non chegáramos á era dixital así que os efectos especiais debían ser mecánicos. Nesta parte da saga temos un marabilloso exemplo cun “pequeno Fredy” de plastilina que da un paseiño polo manicomio.

Curiosidades moi moi frikis

  • Por se alguén non o sabe a prota deste filme non é outra que Patricia Arquette que fai o papel de Kristen. Fixo esto antes de convertirse nunha superstar de Hollywood e acabaría renegando do filme e non volvendo a pasar pola saga cando tivo a oportunidade. Moi mal Patri, que sería de ti se non tiveses feito esta peli.
  • Ademáis de Patri, tamén atopamos máis caras coñecidas. Pesadelo en Elm Street foi unha auténtica canteira de xente. Nesta parte atopamos facendo un papel ínfimo a Laurence Fishburne ,ou o que é o mesmo, o Morpheo de Matrix facendo de enfermeiro .
  • E máis curiosidades. A música desta parte fixoa un auténtico xenio: Angelo Badalamenti. Este home é algo así como o compositor fetiche de David Lynch e é o autor de músicas tan importantes como a de Twin Peaks ou Mulholland Drive. No ano 1987, Badalamenti tiña feito moi pouca música para cine pero acababa de dar un dos pasos que posiblemente marcaría o resto da súa carreira que foi facer a música para Blue Velvet.

Continuará…

Fagot

Donosti. Dí­a 5. Halloween

(Debido a problemas técnicos e doutras í­ndoles o relato do sucedido foi interrumpido, mais xa está de volta. Tampouco ninguén o botou de menos)

E chegou Halloween, o Dí­a das Cabazas, o Samaí­n, o Dí­a de Tódolos Santos ou como queirades chamalo. O primeiro dos dí­as grandes.

E sen más voltas imos ó que imos.

Epitaph: Filme coreano ambientado durante a invasión xaponesa, que conta tres historias ambientadas nun hospital universitario. Para min foi un pouco lí­o e as historias tampouco eran moi alá. Mais se temos en conta que é unha ópera prima isto fáinos ter algo de esperanza en próximos proxectos dos irmáns Jung (mira que me costou atopalo no IMDB)

Halloween: Unha das agardadas da Semana. E non decepcionou. Rob Zombie fai unha actualización máis que decente deste grande clásico do cinema de terror. E unha vez máis os nenos dan moito, pero que moito medo (máis que un tipo de dous metros cun machado) E unha vez máis Rob Zombie non perde a ocasión de recordarnos o boa que está a súa señora.

Teeth: Terror adolescente e o mito da vagina dentata. Frouxa en tódo-las frontes: humor pobre, pouco medo/terror/sustos, a suposta guapa tiña unha cara rara… Inda que os ataques son poucos sangue non falta (que esperabades, a posuidora de tan temíbel horror é unha férrea defensora da castidade xuvenil) Para pasar o rato.

E chegou a gala da noite de Halloween. A organización tiña preparado un concerto dun grupo de afeccionados chamado Los del Gas con letras graciosas, mais o público queria cinema.

Frontière(s): Brutal gore francés. Litros e litros de hemoglobina, as torturas máis horrendas e as mortes máis desagradábeis. Delicioso.

Un grupo de mozos fuxen de París en plenos disturbios cun botín en dirección á fronteira holandesa. No camiño atoparán un motel e uns personaxes do máis disfuncional e con máis dun segredo agochado. A maioría deles tamén atopará a morte entre gritos, mais ninguén pode escoitarte na campiña francesa.

O clásico da familia de paletos do American Gothic traducido ó francés. Unha ópera prima chea de boas momentos e boas actuacións. O dito, moito sangue (pero moito moito) e unha grande cantidade de barbaridades.

Poultrygeist: Night of the Chicken Dead: E chegou a que para min foi a mellor película da Semana. Unha produción da Troma en estado de gracia.

O argumento é moi sinxelo: unha cadea de cómida rápida con polo levanta un novo restaurante enriba dun cemiterio indio. O lío está armado. No medio unha parella, un vello amor, mais imposíbel: ela é vexetariana e el traballa no restaurante.

O filme é un exceso. Podería contarvos aquí escena por escena, con tódo-los pormenores cos que disfrutei sen igual, pero sería demasiado extenso. Simplemente listarei os ingredientes cos que está feito: tetas, cus, látex, sangue, gómitos, merda, líquidos corporais, plumas, números musicais, bailes, crítica política e social, incorrección política, sangue, volencia e moito, moito humor. O dito, pura Troma.

Saimos do teatro pasadas a seis da madrugada e sen dúbida pagou a pena.

Images are hot linked but I’m gonna change it soon. I’m sorry!
O artículo que reproducimos a continuación é un documento básico para calquera afeccionado ó cinema de kung-fu e é unha tradución revisada e ampliada de Weird Asian Martial Art Weapons (tirado de Weird Asian News)

Dende garras de ferro e cordas con bolas ata follas de corno de cervo e agullas emei, o muestrario de antigas armas de Artes Marciais é incríbel en forma e deseño, e todas teñen un só propósito: facer dano. Nas mans dun asasino cualificado incluso uns sinxelos palitos chineses poden converterse en salvaxes armas. Demostración!

Bestiais látegos con seccións metálicas, espadas en miniatura agochadas en pipas de fumar, abanos co gume afiado coma navallas e frechas envelenadas son todas mortais de necesidade mais nada comparadas cun arma mística de decapitación: o urumi.

1. Urumi

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Tamén coñecido como chuttuval, que significa “espada enrolada”, este arma flexíbel úsase no Arte Marcial do sur da India coñecido como Kalaripayatt.A folla (ou varias follas, como o da imaxe) é flexíbel dabondo para podelo enrolar e así gardalo cando no se usa, ou incluso levalo en forma de cinto e sacalo cando sexa necesario.
A folla ou follas normalmente está moi afiadas e son malas novas para aqueles que sexan veciños de alguén que porte un urumi.

Demostración!

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2. Tekko-kagi (”man garra”)

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Os ninjas poden usar o tekko-kagi para protexerse dun ataque de espada, podendo así golpear e ter a posibilidade de tirar a espada das mans do seu agresor.
Os ninjas tamén poden usalo ofensivamente contra os seus inimigos con resultaos devastadores.
Polo común están feitos de aluminio, aceiro, ferro ou madeira. Os historiadores de Artes Marciais cren que a orixe das armas tekko deuse cando os Bushi en Okinawa comezaron a utiliza-las ferraduras dos seus cabalos para defenderse dos atacantes.

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3. Kusari-gama

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A kusari-gama é un arma tradicional xaponesa que consiste nunha folla en forma de gadaña (kama) unido á unha cadea metálica cun peso de ferro ó final.

O arma ven do deseño da gadaña dos agricultores pero non era un arma que estes usaran.

O arte de manexa-la kusarigama chámase Kusarigamajutsu. Demostración!

4.Nunchaku

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Un nunchaku son dous paus de madeira (tamén de metal nos modernos) unidos por unha corda ou unha cadea. Os nunchakus chinseses soen ser redondeados mentres que os xaponeses son octogonais.
Tradicionalmente o nunchaku está feito cunha madeira forte e flexíbel, como carballo, nespereira xaponesa ou castanopsis cuspidata. Orixinariamente a madeira mergullábase en lama durante varios anos e a falta de osíxeno e unha acidez adecuada evitaban o apodrecemento.

O resultado final é unha madeira endurecida. A corda faise de crina de cabalo, e a tradición di que é capaz de parar unha espada. Para rematar, a madeira líxase e frégase cun aceite ou tintura para protexela.

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Demostración!

5. Cordas con bolas e corda con dardos
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Este arma componse dunha corda longa con dous pesos metálicos ou dardos en cada extremo. Cando se usa como arma un dos pesos ou dos dardos é para atacar e o outro para defender.

A corda ponse derredor do pescozo, das costas, do ombreiro, do cóbado, do pulso, da coxa, do pé ou da cintura. Cando se lanza o peso ou o dardo o golpe de ida é dunha rapidez contundente e sorprendente. É unha das Artes Marciais chinesas unicas é máis complicadas de dominar.

Demostración!

6. San-Jie-Gun (a vara de tres seccións)

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A vara de tres seccións é un arma histórica que aparece descrita no libro chinés Sangokushi. A súa característica principal son tres paus iguais duns 3 centímetros de diámetro e 70 centímetros de largo (o tamaño dos brazos do loitador) unidos cunha cadea ou elo facéndoo máis longo que unha vara normal.

Pódese voltear, usar como unha vara (collendo só un extremo) ou para esquivar a un atacante (collendo os dous extremos).

Demostración!

7. Shurikens (Estrelas arroxadizas ou estrelas ninja)

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É unha das armas máis populares dos ninja, inda que o shuriken usábase máis coma distracción que como arma. Tamén nun combate desigual entre un ninja e un samurai o primeiro deberá intentar acertarlle nas mans para que non poida pelexar. Inda que poden facer dano rara vez penetran dabondo como para matar (outra cousa é que ás veces os shurikens estiveran envelenados).
Os shurikens tradicionalmente teñen entre 4 e 12 puntas.

Demostración!

8. Tessen (Abano de ferro)

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Abanos pregábeis cos radios feitos de ferro deseñados para parecer normais, abanos pregábeis inofensivos ou solidos barras moldeadas para parecer un abano fechado.

Os samurais podían levalos a sitios onde as espadas e outras armas non estaban permitidas, e algunha escola de esgrima incluia entreno no uso do tessen coma un arma.

O tessen tamén se usaba para esquivar frechas e dardos, como arma arroxadiza e como axuda para nadar, como unha aleta.

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Aquí podedes ver un documental de National Geographic sobre as dez armas máis mortíferas do kung-fu.

Filmografía recomendada (só é orientativa): Legendary Weapons of China, Master Killer.

No comment

O pasado martes 24 de xullo, coincidindo coa véspera do dí­a do Apóstolo, deu comezo a preprodución por parte dePerro Verde Films e Black Marí­a Producciones da curtametraxe Santiago de Sangre. Trátase dun novo proxecto do director F. Calvelo (Con tu cara, Crisá¡lida, Go’ el) a partir dun guión de Raúl Valcárcel, a historia ten lugar en Santiago de Compostela, cunha estética fortemente inspirada nos inquedantes debuxos do mangaka xaponés Suehiro Maruo e na arquitectura da cidade. Recentemente, o proxecto ven de recibir o apoio da Consellerí­a de Cultura e Deporte. A rodaxe terá lugar antes de remata-lo ano, en formato de alta definición e posterior kinescopado, e actualmente atópase na busca do reparto principal e do equipo técnico.

Vía Tierras de cinefagia

Imaxes de Babylon A.D.

Unhas imaxes da próxima película de Vin Diesel, Babylon A.D. O filme está dirixido por Mathieu Kassovitz, director de Gothika e Os Ríos de Cor Púrpura. Os protagonistas son Vin Diesel, Michelle Yeoh, Gérard Depardieu, Mark Strong, Charlotte Rampling, Jamel Debbouze, Mélanie Thierry e Radek Bruna,entre outros.

A película está baseada na novela Babylon Babies escrita por Maurice Dantec, e cóntanos unha historia futurista que transcurre nun futuro non moi lonxano, onde un mercenario chamado Toorop (Vin Diesel) é o protagonista. Este ten o encargo de levares ata Canadá a unha muller portadora dun novo virus feito por enxeñería xenética. Unha especie de contrabando de armamento biolóxico, sómentes que en “envase humano”. Toorop verase inmerso en pelexas e diferentes situacións de perigo. Teremos a comerciais vendendo os seus produtos a guerrilleiros musulmás da China, sectas relixiosas fanáticas, ciborgs, etc.

Babylon A.D.

Bond 22

Xa temos data para a estrea de Bond 22 (este é o nome de traballo do proxecto): 7 de novembro de 2008. Inda que a última hora pode variar algún día por estratexia comercial, xa que ese mes estrerase Madagascar 2 (que terá que ver unha cousa coa outra? Eles saberán)

O máis seguro é que a saga de Bond volte rodarse nos estudios Pinewood UK, en troques de Praga, xa que están a ser reconstruidos despois do incendio que os destruiu en xullo do 2006.

Fotos de Rush Hour 3

Rush Hour 3 promete se-lo mesmo que as dúas anteriores partes de Hora Punta… pero alguén pide máis?

E para que vos fagades unha idea do barato que é rodar en Francia vede este video.

O director é Brett Ratner, director das dúas anteriores entregas, de X-men 3 e do primeiro capítulo dunha das sensacións da tempada, Prison Break.

Aquí tedes a primeira imaxe oficial de Alien vs. Predator II: Survival of the Fittest. Dirixen o filme Greg e Colin Strause (por fin librámanos de Paul Anderson), encargados dos efectos especiais de filmes coma 300, X-Men 3, Poseidón, Aeon Flux, Os Catro Fantásticos, etc. O guión estivo a cargo de Shane Salerno, un dos guionistas de Armaggedon. Os  protagonistas son Reiko Aylesworth, Steven Pasquale, John Ortiz, Johnny Lewis, David Hornsby , Gina Holden e Shareeka Epps.

Vía Worst Previews

 

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